Almada Negreiros: uma obra em destaque

Canção de Natal (Chico Buarque)

Iluminação do Cristo Redentor especial para o Natal, no Rio (23-12-2015).Fotografia de Yasuyoshi Chiba(AFP) CANÇÃO DE NATAL

Tão bomTão bomTão bomTão bomTão bom que foi o NatalAh quem me dera fosse o ano inteiro igual

Tão bomTão bomTão bomTão bomTão bom que foi o NatalAh quem me dera fosse (Read more…)

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O Zé Povinho numa rua de Portimão

Toma!, fotografia de Bruno Mailindo numa rua de Portimão, cidade do Algarve.

V. aqui 

Mais uma citação de Jean Cocteau

No original francês, as palavras de Jean Cocteau são estas:

“Le poète est un mensonge qui dit toujours la vérité.”

Como passa um rapaz do 7º ano os seus os tempos livres

Vejamos o que nos conta um aluno do 7º ano português do Agrupamento de Escolas D. Lourenço Vicente a respeito de como é que ele passa os tempos livre; ou passava, visto ele ter escrito estas palavras há 7 anos.

Tempos Livres

Um dos meus tempos preferidos é jogar futebol, mas não

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Mulemba Xangola (Bonga, Marisa Monte e Carlinhos Brown )

Esta música não é assim muito própria do Natal, mas acho que faz bem aos olhos e aos ouvidos. E traz alegria também!

O cantor Bonga, angolano, mais dois brasileiros, Marisa Monte e Carlinhos Brown, cantam esta composição do primeiro, Bonga: Mulemba Xangola.

A mulemba é uma árvore, uma figueira.

mulemba

Angola

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Natal sem sinos (Manuel Bandeira)

Um sino NATAL SEM SINOS

No pátio a noite é sem silêncio.E que é a noite sem o silêncio?A noite é sem silêncio e no entanto onde os sinosDo meu Natal sem sinos?

Ah meninos sinosDe quando eu menino!

Sinos da Boa Vista e de Santo Antônio.Sinos do Poço, do Monteiro e da

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Três macacos sábios

Os Três Macacos Sábios (em japonês: 三猿, sanzaru/san’en ou 三匹の猿, sanbiki no saru) ilustram a porta do Estábulo Sagrado, um templo do século XVII localizado no Santuário Toshogu, na cidade de Nikkō, Japão. Sua origem é baseada em um provérbio japonês. Seus nomes são mizaru (o que cobre os olhos), kikazaru (o que tapa

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Coisas que não há que há (Manuel António Pina)

Este poema de Manuel António Pina (1943 – 2012), jornalista e escritor português, já foi publicado no blogue em 2015, mas achei este vídeo e vale a pena que vocês conheçam estes versos: ouvimos e lemos ao mesmo tempo.

Manuel António Pina foi um grande poeta e dedicou parte da sua obra às

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Perfeitamente atual…

No blogue onde encontrei esta história de Quino, havia, em jeito de nota, estas palavras:  (uma das melhores representações que alguma vez vi acerca da realidade do nosso mundo…) Reparem no mês em que estamos, e o que temos pela frente…O que acham? Concordam ou não?

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