O professor vai embora e despede-se

Uns vão, outros vêm e outros ficam… E hoje é a minha vez de ir embora. Cheguei a esta escola no ano letivo 2010-2011 e a meio deste ano 2019-2020 devo fechar os livros e pôr o ponto final no meu trabalho e neste blogue. Acabou tudo, pronto. Adeus, ou até à vista,

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O professor vai embora e despede-se

Fotografia de Koen Jacobs

Uns vão, outros vêm e outros ficam… E hoje é a minha vez de ir embora. Cheguei a esta escola no ano letivo 2010-2011 e a meio deste ano 2019-2020 devo fechar os livros e pôr o ponto final no meu trabalho e neste blogue. Acabou tudo, pronto. Adeus,

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Linha do tempo (Fábio Abreu)

Uma baleia numa parede!

Algures, em Lisboa, na «rua de entre muros do mirante», Luisa Cortesão tirou esta fotografia de uma baleia pintada numa parede. Gostam?

Sophia de Mello Breyner Andresen – "A menina do mar" (um conto em 4 actos)

«A Menina do Mar» é o primeiro conto de Sophia para a infância e foi editado, pela primeira vez, em 1958.

Tendo a praia como cenário, este conto revela-nos uma história de amizade entre um rapaz e a Menina do Mar. Cada um vive no seu mundo, o rapaz na terra e a menina

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Provavelmente, a escola primária mais bonita de Portugal

Provavelmente, a escola primária mais bonita de Portugal

É talvez a escola primária mais bonita de Portugal. Tem uma história diferente de todas as outras do país e a ela está associada uma lenda. Sabe onde fica?

Provalmente, a escola primária mais bonita de Portugal. Localiza-se em Faiões, no Concelho de Chaves.

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"Terror de te amar num sítio tão frágil como o mundo …" (Sophia de Mello Breyner Andresen)

Sophia de Mello Breyner Andresen (Porto, 6 de novembro de 1919 — Lisboa, 2 de Julho de 2004)

Terror de te amar num sítio tão frágil como o mundo Mal de te amar neste lugar de imperfeição Onde tudo nos quebra e emudece Onde tudo nos mente e nos separa.

«Terror de te

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Chuva (Nuno Júdice)

CHUVA

Chove como sempre. E,sempre que chove,as pessoas abrigam-se(as que não estavam àespera que chovesse);ou abrem, simplesmente,o chapéu-de-chuva – depreferência com fechoautomático. Porque, quandochove, todos temos defazer alguma coisa: aténós, que estamos dentrode casa. Vão, uns, atéà janela, comentando:«Que Inverno!»; sentam-se,outros, com um papelà frente: e escrevemum poema, como este.

Nuno Júdice

Um

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O tempo não para

Porque o tempo, o tempo não para. Fotografia de Gabrielly Caneschi.

What’s the time? 3

Let’s practice with telling the time… Click on the pictures…